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Teste: Kia Optima SW híbrido - Perua ecológica

09/08/2018 21:37  - Fotos: Divulgação
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Kia aposta no combalido segmento das station wagons na Europa com a versão híbrida do Optima SW

POR VICTOR ALVES
AUTO PRESS

As minivans e as station wagons estão cada vez mais raras no cenário automotivo mundial. Esses modelos, com características basicamente familiares, vêm caindo no esquecimento para dar lugar aos SUVs e crossovers que, além de cumprirem as mesmas funções, oferecem ainda mais espaço e robustez. Mesmo assim, algumas montadoras ainda insistem no segmento das peruas – é o caso da Kia, na Europa, com o Optima SW. Como diferencial para concorrer nesse escasso mercado, o modelo, derivado do sedã médio-grande de mesmo nome, tem uma versão com trem de força híbrido capaz de entregar autonomia de aproximadamente 900 km e bom espaço interno: uma combinação ideal para a proposta de carro familiar para longas viagens.

Por fora, o design do Optima SW remete às já conhecidas linhas da gama da montadora. A grade frontal é formada pelo típico formato “Nariz de Tigre”, embelezada pelos faróis de led. Há defletores de ar e para-choque com passagens de ar laterais, além dos frisos transversais, que controlam melhor o escoamento do ar. São 4,85 m de comprimento, 1,86 m de largura e 1,47 m de altura.

O interior também não decepciona. Quem viaja atrás tem espaço de sobra para as pernas. A utilização dos comandos do carro é feita através de uma tela sensível ao toque no centro do cluster, com funções de rádio, navegação e climatização, por exemplo. Além disso, nesse visor, é possível acompanhar o funcionamento do sistema híbrido e o estado de carga da bateria. O bagageiro, apesar da presença das baterias, colocadas na parte inferior do porta-malas, tem capacidade de 440 litros, mas, caso os bancos sejam rebatidos, esse volume pode chegar a 1.574 litros.

O trem de força do Optima SW híbrido é o maior atributo do modelo. São dois motores trabalhando em conjunto: um 2.0 a gasolina, com injeção direta de combustível, capaz de gerar 156 cv de potência, e um elétrico, com potência de 50 kW (ou 68 cv), alimentado por uma bateria de 11,3 kWh de capacidade que pesa 130 kg. São seis horas e meia para uma carga completa caso seja conectado a uma rede elétrica doméstica. Em conjunto, os motores garantem uma autonomia de até 900 km.

Na Europa, o Kia Optima SW híbrido é vendido em versões que partem dos 45 mil euros (cerca de R$ 194 mil). Adicionando opcionais, o valor chega aos 50 mil euros (ou R$ 216 mil). No Brasil, a Kia vendeu apenas a versão sedã do Optima, com motor 2.4. O modelo, junto com o sedã grande Cadenza, teve as vendas suspensas no ano passado.

 

Primeiras impressões

Elegância estendida

POR GUIDO RUBAGOTTI
DO INFOMOTORI.COM/ITÁLIA
EXCLUSIVO NO BRASIL PARA AUTO PRESS
 

Roma/Itália – O interior do Optima SW híbrido é sóbrio e elegante. Os acabamentos são bons e chegam ao nível de carro luxo, embora eles pequem um pouco em originalidade. São várias tecnologias a bordo, desde assentos elétricos, com posições memorizáveis, até o sistema de entretenimento, compatível com os sistemas Android Auto e Apple Carplay.  

O desempenho dos motores é excelente. O elétrico entra em operação no momento certo e a única falha é o fato de não ser possível utilizar o modo puramente elétrico nos momentos mais adequados ao seu uso. A aceleração de zero a 100 km/h é feita em 9,7 segundos e a velocidade máxima é de 192 km/h. Em áreas urbanas o consumo fica na casa dos 18 km/l.

TRÂNSITO LIVRE

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