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Curva ascendente: Nova geração da Triumph Speed Triple perde peso e ganha esportividade

05/03/2018 09:04
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Curva ascendente: Nova geração da Triumph Speed Triple perde peso e ganha esportividade

Por Márcio Maio

Auto Press

 

Na história da Triumph no cenário global, a década de 1990 foi decisiva para que a marca retomasse seu crescimento. Isso porque foi ali que a concorrência japonesa começou a prejudicar seu desempenho em vendas, deixando-a até meados da década de 1990 sem grandes motivos para comemorações. Foi mais ou menos nesse período, mais precisamente em 1994, que surgiu a naked Speed Triple no portfólio, um dos lançamentos da época que ajudaram nessa movimentação de retomada. E a naked acaba de ganhar nova geração, que deve desembarcar em breve no Brasil, mas ainda não teve seus preços divulgados. Além de algumas evoluções estéticas, a moto ganhou avanços significativos em sua mecânica, com aumento de potência e torque.

 

 

A Speed Triple traz duas versões que compartilham o mesmo motor, mas se diferenciam em questões de acabamento, materiais e ciclística. A mais sofisticada é a Speed Triple RS, enquanto o posto de modelo de entrada fica com a Speed Triple S. O propulsor três cilindros em linha e 1.050 cc recebeu, segundo a marca inglesa, 105 peças novas. Com 12 válvulas e duplo comando, agora ele entrega 150 cv a 10.500 rpm e torque máximo de 11,9 kgfm a 7.150 rpm.

 

 

O modelo atualmente encontrado nas lojas brasileiras – na versão Speed Triple R, a partir de R$ 60.990 – é capaz de gerar 138 cv em 9.500 rpm e 11,4 kgfm a 7.850 giros. A atual  obteve uma melhora de cerca de 9% na potência e de 4% no torque. Mais que isso: a potência máxima aparece 1 mil giros à frente do modelo anterior, o que estende a faixa útil do motor, e ainda atinge o torque máximo mais cedo, o que favorece aceleração e retomada.

 

 

Há quatro modos de pilotagem disponíveis já a partir da Speed Triple S: Road, Rain, Sport e Rider. A variante de topo RS conta ainda com o Track, que ajusta a atuação do controle de tração e do sistema ABS a partir de dados de aceleração, inclinação e velocidade, coletados por meio de sensores. Novos pistões e cabeçote também estão entre as alterações, que incluem escapamento otimizado. A ponteira dupla do escape e o ronco característico do modelo permanecem, mas a transmissão de seis marchas tem uma nova embreagem deslizante.

 

 

O sistema de suspensão é diferente nas duas versões. A RS tem assinatura da sueca Ohlins nas duas rodas, enquanto a S é assinada pela japonesa Showa. Nas duas, a dianteira recebe tubos de 43 mm e 120 mm de curso, enquanto a traseira ganha balança monobraço com 130 mm de curso. Freios com pinças Brembo monobloco radiais na dianteira e Nissin na traseira, com sistema ABS que pode ser desligado, também estão incluídos.

 

quadro é formado por tubos de alumínio, mas a variante de topo adota o uso de materiais mais leves, como fibra de carbono. Com isso, ela conseguiu ficar 3 kg mais leve que a Speed Triple S – são 189 kg contra 192 kg. O painel digital de cinco polegadas é o mesmo que aparece na Street Triple 765, em tela TFT colorida. Informações como o modo de pilotagem adotado, velocidade, marcha em uso, rotações, hodômetro total e parcial, relógio, consumo médio e instantâneo, autonomia e temperatura do líquido de arrefecimento estão ali. Na versão RS, ainda há um cronômetro próprio para armazenar tempos de voltas.

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