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Teste: naked Ducati Monster acumula 25 anos de melhorias

23/12/2017 17:13  - Fotos: Divulgação
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Teste: naked Ducati Monster acumula 25 anos de melhorias

por Paolo Covassi
do infomotori.com/Itália
Exclusivo no Brasil para Auto Press

Em 1992, a Ducati apresentou a Monster 900 no Salão do Automóvel de Colônia, na Alemanha. Agora a fabricante decidiu comemorar o quarto de século da existência do modelo apresentando em Milão um modelo com cilindrada, estética e cores muito próximas às do modelo de estreia. Além disso, trouxe também a Monster 797, que é uma das mais cobiçadas da marca e que passou ser a porta de entrada para o mundo da Ducati, juntamente com a Scrambler.

Nos últimos 25 anos, a Ducati Monster manteve a receita básica, mas evoluiu. Hoje, tem todas as características que uma motocicleta moderna deve ter. A começar pelo motor que, obviamente, sofreu mudança ao longo dos anos – hoje, leva um intervalo de 12 mil km para manutenção da válvula, o que melhorou a confiabilidade. Além disso, no caso da Monster 797, o propulsor é o mais clássico da gama, o Testastretta de dois cilindros em “L”, refrigerado a ar, 797 cc e comando de válvula desmodrômico. Ele rende 73 cv de potência a 8.250 rpm e 6,83 kgfm de torque a 5.750 rpm.

A estética, ao longo dos 25 anos, sofreu algumas mudanças, mas sem retirar a identidade do modelo inicial. O quadro é em treliça com tubos de aço, com garfos Kayaba de 43 mm na frente e monobraço de pré-carga e extensão ajustável atrás. O sistema de frenagem é da marca Brembo, com quatro pistões na frente que atuam em dois discos de 320 mm, e um único pistão que atua em um disco de 245 mm na traseira. A moto tem 193 kg de peso em ordem de marcha.

 

 

A Ducati Monster 797 é uma motocicleta consagrada, já que nesses 25 anos conseguiu se livrar de alguns “problemas” de juventude e se reinventou como uma moto completa, que agrada aos olhos e garante diversão na direção. Na Europa, são necessários 8.990 euros para levá-la para casa – ou aproximadamente R$ 34.900. No Brasil, a fabricante italiana pede R$ 39.900 pela naked. (colaborou Victor Alves/Auto Press)

 

Primeiras impressões


Emoção com vibração


Roma/Itália – A posição de condução é bastante confortável, com o tronco ligeiramente inclinado para frente. Só depois de muitos quilômetros é que se sente o peso sobrecarregando os antebraços. As vibrações do motor estão concentradas em alguns regimes de rotação e só são sentidas se as marchas forem “esticadas” até a faixa de corte da injeção, ou seja, em condução esportiva. Mas as melhores respostas do motor ficam nos regimes de rotação médios.

 

 

Na cidade, a locomoção com a Monster é muito boa. Mesmo que o raio de direção não seja o mais agradável, a troca de marcha não tão precisa, a embreagem macia demais e a altura do assento seja reduzida (805 mm do chão), a sensação de pilotar a moto é boa – o condutor se sente “à vontade”. O passageiro, por outro lado, não é muito bem-vindo, exceto para trechos curtos, pois o assento é pequeno e não há alças de apoio.

 

 

 

 

 

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