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Teste: Segunda geração do Nissan Leaf aumenta autonomia, fica maior e ganha desenho de carro comum

17/12/2017 15:56  - Fotos: Divulgação
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Teste: Segunda geração do Nissan Leaf aumenta autonomia, fica maior e ganha desenho de carro comum

por Fernando Maqueo
Do Autocosmos.com
Exclusivo no Brasil para Auto Press

Os veículos elétricos têm se mostrado como uma real alternativa para a mobilidade. Sem emissão de poluentes, esses carros “verdes” propõem uma solução para a preservação da qualidade do ar, cada vez mais degradado pelo trânsito abarrotado de carros com propulsão por queima de combustível fóssil. Para ocupar esse patamar, a Nissan trouxe o Leaf, pioneiro na produção em série de larga escala entre os carros puramente elétricos. O modelo ganhou para a linha 2018 uma segunda geração, em outubro. O Leaf ficou ligeiramente maior e perdeu aquele visual de veículo alienígena e agora parece um carro “normal”. Além disso, passa a ter 50% a mais de autonomia – chega a percorrer 240 km sem recarga.

Conceitualmente, o Leaf se mantém como um hatchback, com exterior totalmente novo e que compartilha a identidade do resto da gama da Nissan. Na frente, se sobressaem os faróis alargados juntamente com a conhecida grade V-Motion. O design está mais aerodinâmico que o modelo anterior e, agora, o carro surge ligeiramente maior, com dimensões de 4,48 m de comprimento, 1,79 m de largura, 1,56 m de altura e peso total de 1.560 kg.

Por dentro, há bastante comodidade e ergonomia para o condutor com grande parte dos controles no volante. Ao centro do cluster, encontra-se um sistema de entretenimento bem completo, com suporte para conexão com smartphones, imagens da câmara de ré, mapas de navegação e informações sobre a viagem e o veículo. O porta-malas também cresceu e, agora, tem uma capacidade de 668 litros.

O trem de força do Leaf é bem eficiente. Trata-se de um motor elétrico de 147 cv de potência e 32,6 kgfm de torque – peculiaridade dos motores elétricos, a força sempre está disponível desde o primeiro momento da aceleração. Vale destacar também os recursos e-Pedal e ProPilot Assist: o primeiro, permite que o condutor acelere e freie com apenas um pedal, o que permite recuperação de carga da bateria durante as desacelerações. Já o segundo é uma espécie de controle de cruzeiro adaptativo que segue uma velocidade definida, mas reconhece a velocidade do carro à frente e mantém uma distância segura, além de reconhecer as faixas de rolagem da pista. (Colaboração de Victor Alves/ Auto Press)

Primeiras impressões

Inteligência elétrica

Califórnia/Estados Unidos – A condução é suave e silenciosa. O carro é bastante estável, o que é fruto do conjunto de melhorias que a nova geração recebeu, sobretudo pelos ajustes na plataforma e reposicionamento do pacote de baterias de íons de lítio, que agora distribui o peso em 58% para frente e 42% para a parte traseira.

O sistema ProPilot Assist e o recurso e-Pedal são realmente cômodos. Não se tratam de assistências de condução autônoma, já que requerem a decisão final do condutor. Mas, se os recursos não perceberem uma resistência por parte de quem está atrás do volante em situações adversas, é ativado um alerta para que o motorista regresse com suas mãos ao volante. E se mesmo assim não houver comando do motorista, em situação de perigo, o carro para automaticamente.

 

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