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Teste: Ducati XDiavel S - Perfeita ousadia

14/04/2017 09:00  - Fotos: Divulgação
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Ducati XDiavel S representa imersão bem acertada da marca italiana no segmento cruiser
 
por Luis Hernández
do autocosmos.com/México
Exclusivo no Brasil para Auto Press
 

 

Uma motocicleta Ducati pode ser ícone de estilo, inovação e praticidade. A nova XDiavel resume bem esses conceitos. Ela foi um desafio para a marca italiana pelo simples fato de representar a migração de seus valores “tradicionais” para o mundo das cruiser. E esse “translado” parece ter sido feito da melhor maneira possível, ainda mais em se tratando da versão S da moto.
Claramente, a Ducati XDiavel faz jus ao segmento cruiser em cada detalhe. Desde as curvas, peças e até mesmo os parafusos evidenciam essa “paixão” pelo detalhe. A moto foi apresentada internacionalmente no Salão EICMA de Milão, em 2015, e tanto a versão normal quanto a S têm tributos honráveis. A diferença na versão S está nos freios dianteiros Brembo M50 e nas peças de alumínio trabalhado aplicadas nas rodas, nas tampas do motor e na carenagem. Além disso, tem ainda pintura especial, luzes diurnas, conexão por Bluetooth e garfo com tratamento antifricção. O chassis é multitubular.
A XDiavel S é o segundo modelo da Ducati que tem o motor Testastretta DVT – sigla para Desmodromic Variable Timing. Trata-se de um novo bicilíndrico que adapta seu rendimento em cada momento de acordo com o regime de rotação. Basicamente, é o mesmo utilizado desde o ano passado na Multistrada 1200, mas com cilindrada aumentada para 1.262 cc e cavalaria de 156 cv a 9.500 rpm no lugar dos 160 cv de antes. O torque ficou na casa dos 13,13 kgfm a 5 mil rpm e a eletrônica foi ajustada para um rendimento melhor. A transmissão é de seis velocidades.
Os controles e assistentes de segurança são controlados a partir da manete esquerda. Eles incluem controle de velocidade, seletor de modo de condução triplo (Urban, Touring e Sport) e controle de tração DTC de oito níveis de intervenção. A chave é de proximidade e o painel de instrumentos é formado por uma tela TFT. A XDiavel S conta ainda com freios ABS e sensor de inclinação.
Outro ponto forte da XDiavel S é que ela se adapta a todos os tamanhos de seus condutores. Existem configurações que permitem a regulagem das pedaleiras, do assento e do guidão. Para quem prefere a posição padrão de apoio dos pés, a marca oferece um kit “retrasado” para estirar as pernas mais à frente. (Colaboração de Victor Alves/Auto Press)
 
Primeiras impressões
 
Primeira classe
 
Cidade do México/México – Antes de começar a pilotar, o melhor a se fazer é selecionar um dos três modos de condução. O Urban entrega 100 cv, enquanto o Touring e o Sport liberam os 156 cv integralmente. Como acontece na Monster, cada um deles se encontra ligado a uma intervenção um pouco intrusiva do ABS e do controle de tração.
Definitivamente, a Ducati X Diavel S tem classe, acelera impressionantemente, é propositiva em termos de desenho e tecnologia e chama atenção de qualquer um por onde passa. É uma moto incomparável que, de forma inédita, se adapta ao condutor, e não o inverso. 
O único “porém” retratado pelos clientes da X Diavel S é a dureza da suspensão traseira, que não filtra de forma adequada as irregularidades do piso e incomoda a coluna vertebral. Quando a condução é realizada em pistas bem pavimentadas, obviamente esse problema não aparece.
 

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