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Teste: Kia Picanto 2018 - Urbano e racional

24/03/2017 08:00  - Fotos: Divulgação
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Kia Picanto ganha nova geração e se mostra como um rival de peso no segmento dos subcompactos

por Jorge Beher
do Autocosmos.com/México
exclusivo no Brasil para Auto Press

O Kia Picanto, desde sua primeira geração, em 2004, sempre teve um visual simpático. As linhas “jeitosas”, as dimensões diminutas e a boa relação custo/benefício são alguns atributos que contribuíram para que o subcompacto ganhasse mercado. Em 2011, já em sua segunda geração, o carrinho da marca sul-coreana sofreu mudanças que, além de resolverem alguns problemas, ainda o deixaram mais moderno e com aparência imponente, graças ao trabalho do designer alemão Peter Schreyer. Agora, a Kia lança a terceira geração do Picanto, que herda o equilíbrio das gerações anteriores entre a racionalidade e a eficiência. É um carro para cidade, tem boa dirigibilidade e convence por suas características econômicas.

Em relação à geração passada, o Kia Picanto 2018 ficou mais refinado. A grade frontal está maior e se integra aos faróis – que contemplam luzes diurnas e estão com conjuntos óticos mais discretos e elegantes. A carroceria parece ter ganhado um pouco de “musculatura”, graças às formas mais limpas e que destacam a parte inferior do carro, o que gera uma sensação de maior esportividade. As lanternas traseiras mantiveram o formato em “C” de antes, mas as luzes de ré e neblina, que ficam no para-choque, abaixo das lanternas, mudaram de formato. O modelo de topo GT Line conta com um kit estético ainda mais esportivo.

Em termos de medidas, o Picanto 2018 não cresceu de comprimento e nem de largura – continuam em, respectivamente, 3,60 m e 1,60 m. Porém, a altura e o entre-eixos aumentaram em 15 mm, passando para 1,50 m e 2,4 m, respectivamente. Essas novas dimensões proporcionaram mais um pouco mais de espaço nos assentos de trás e ampliaram a capacidade do porta-malas em 55 litros – agora totaliza 255 litros de espaço. Graças a um melhor aproveitamento dos metais de alta tensão, a distribuição de forças favorece a rigidez torcional. O isolamento acústico também melhorou e a posição de dirigir está ligeiramente mais baixa. A cabine tem acabamentos mais modernos e de aspecto mais requintado. Em geral, o veículo se mostra bastante prático e espaçoso.

A Kia oferecerá na Europa três versões do novo Picanto: a LX, com motor 1.0, a EX, com motor 1.2, e a GT Line, de topo, também com motor 1.2 litro. O trem de força da versão de entrada LX é tricilíndrico e tem potência de 66 cv e torque de 9,68 kgfm. Já o outro propulsor, disponível nas versões intermediária e de topo, tem quatro cilindros e potência de 83 cv com torque de 12,3 kgfm. A transmissão pode ser manual de cinco velocidades ou automática de quatro marchas. 

O pacote de equipamentos é um ponto a favor. Todas as versões contam com elementos como travas elétricas, computador de bordo, sistema de som com MP3, USB, Bluetooth e comandos no volante, assentos traseiros rebatíveis, volante com regulagem de altura, vidros elétricos nas quatro portas, retrovisores rebatíveis, airbag duplo, freios ABS e ISOFIX. A versão de topo GT Line conta ainda com botão de partida, acendimento automático das luzes, pedais de alumínio, iluminação em led, controle de estabilidade, sistema multimídia com tela tátil de sete polegadas, câmara de ré e teto solar. A previsão é de que o modelo seja lançado no mercado europeu no final de março, mas ainda não tem preço definido. No Brasil, a expectativa é de que o subcompacto chegue no fim de 2017. (colaboração de Victor Alves/Auto Press).

Primeiras impressões

Com tudo dentro

Santiago/Chile – A versão testada do Picanto foi a de topo GT Line, com caixa automática de quatro velocidades, seis airbags e controle de estabilidade. A primeira característica que se nota no carro é seu bom desempenho na estrada, com uma direção mais fina e precisa, centro de gravidade mais baixo e com rolamento menor da carroceria em curvas.

 

É um veículo que inspira bastante segurança na direção – mais até que modelos de porte maior. Além disso, mostra ser mais firme e silencioso que muito modelos mais “parrudos”. A caixa automática do Picanto é configurada para um rendimento mais econômico e esse atributo se percebe principalmente nas subidas. Foi possível registrar a ótima marca de 18 km/l na estrada.

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