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Teste: Chrysler Pacifica - Paz interior

23/02/2017 17:30  - Fotos: Divulgação
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Chrysler Pacifica reúne espaço, luxo e tecnologia para sete ocupantes

 
por Alejandro Konstantonis
do Autocosmos.com/México
exclusivo no Brasil para Auto Press
 
A história da Chrysler mudou substancialmente desde 2009, quando a empresa decretou falência e foi assumida pela italiana Fiat. O surgimento do grupo FCA – Fiat Chrysler Automobiles – trouxe resultados bastante positivos para a marca americana, com uma renovação completa do catálogo de modelos. Uma dessas novidades concentra-se na terceira geração do Pacifica, revivido após oito anos afastado das concessionárias da Chrysler. O carro é uma fusão clara entre minivan e crossover, com muito tamanho, espaço e tecnologia de sobra.
 
 
Definitivamente, Chrysler Pacifica é um produto pensado para proporcionar luxo, conforto e comodidade aos passageiros que se alojam em qualquer uma das três fileiras. Um detalhe interessante é que, mesmo na última fileira, três adultos são capazes de viajar confortavelmente. Ou seja, a Pacifica tem capacidade real para sete passageiros. Essa fileira também é rebatível – o que pode ser feito através de um sistema elétrico controlado por um botão na área de carga – e isso proporciona um gigantesco espaço para bagagens.
 
 
A central de entretenimento da Pacifica é recheada de funções agradáveis. A começar pela tela sensível ao toque de 8,4 polegadas localizada no centro do cluster. Nela, é possível controlar e verificar informações sobre como áudio e ar-condicionado, por exemplo. O sistema de som é de qualidade superior, da marca Alpine, capaz de entregar 505 watts de potência através de 10 alto-falantes. Além disso, é completamente compatível com os sistemas Android Auto e Apple Car Play. Os ocupantes da segunda fileira podem contar ainda com telas de 10 polegadas montadas atrás dos apoios de cabeça dos assentos dianteiros. Esses dispositivos podem ser acionados por controle remoto ou através de comandos táteis e permitem navegação por funções variadas, como jogos ou reprodução de filmes em Blu-Ray. Na terceira fileira, há também os sistemas de entretenimento individuais, mas que contam com entrada USB e que permitem aos ocupantes recarregarem celulares e tablets. Uma curiosidade é que essa mesma fileira tem mecanismo de reclinação elétrico, o que torna a postura mais confortável. Esse tipo de função é raro, já que, na maioria dos casos, a terceira fileira de bancos é incômoda e reduzida.
 
 
Mecanicamente, a Pacifica é dotada de um motor seis cilindros VVT da família Pentastar de 3.6 litros. O propulsor está em posição dianteira, transversal, e rende até 287 cv a 6.400 rpm com torque de 36,2 kgfm a 4.800 rpm. A transmissão, por sua vez, é automática de nove velocidades, enquanto que a tração é dianteira e, a suspensão, independente nas quatro rodas. Já as dimensões da Pacifica são generosas: o carro tem 5,17 m de comprimento, 2,30 m de largura, 1,77 m de altura e entre-eixos de 3,10 m. 
 
 
No quesito segurança, o destaque vai para o ABS, controle de estabilidade, airbags – frontais e de joelhos para os ocupantes da frente e de cortina para as demais fileiras de bancos –, câmara de 360° para assistência em estacionamento, alerta de tráfego cruzado, alerta de colisão frontal, sistema de assistência de frenagem e alerta para troca indesejada de faixa.
 
 
Os preços da Pacifica nos Estados Unidos começam em US$ 30.495 na versão de entrada Touring – o equivalente a aproximadamente R$ 94.600 em conversão direta – e chegam aos US$ 42.495 na versão de topo Limited – aproximadamente R$ 132 mil. (Colaboração de Victor Alves/Auto Press).
 
 
Primeiras impressões
 
Segurança em primeiro lugar
 
Cidade do México – Por trás do volante, o primeiro aspecto que a Pacifica transmite é o de muita informação sobre o entorno. Há câmeras e sensores por praticamente todos os lados do carro. Os sensores de ponto cego estão presentes e emitem alerta constantemente sobre carros que passam ao lado. Essa característica reafirma a intenção do fabricante de fornecer um veículo com uma grande abordagem em relação à segurança, tanto passivamente (usado somente em caso de um acidente) como ativamente, ao fornecer alertas e informações que nos ajudam para tomada de decisão na direção. À primeira vista, pode parecer irritante o som de muitos bipes e luzes piscando no painel, mas certamente isso garante uma condução mais segura.
 
 
O motor Pentastar V6 move a Pacifica com facilidade. Acelerações são constantes e não se percebe nenhum esforço do motor trabalhando. A transmissão de nove marchas tem escalonamento perfeito e as trocas são praticamente imperceptíveis. Embora enorme e volumoso, a Pacifica transmite uma sensação de tamanho menor, graças à posição de condução e o arranjo dos retrovisores externos. O trabalho da suspensão é bom, mesmo em estradas ruins. O carro não tem pretensões esportivas, mas cumpre seu papel muito bem se a velocidade não for superior a 150 km/h – velocidade que oferece uma viagem tranquila e confortável. A combinação do V6 com o tamanho e peso do Pacifica tornam o consumo um ponto fraco.
 

TRÂNSITO LIVRE

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